Nova versão ArcGIS Explorer

Já saiu a nova versão do ArcGIS Explorer.

Pode conhecer e fazer o download da nova versão em:

http://www.esri.com/arcgisexplorer

http://resources.esri.com/arcgisexplorer

Workshops ArcGIS

 

[Inscreva-se neste Verão!]

Chegou a grande oportunidade de aproveitar estas férias para se inscrever num Workshop ESRI!

Venha experimentar e conhecer as potencialidades de três Extensões do ArcGIS, aplicadas à realidade nacional!

Escolha um dos vários exercícios práticos propostos e conheça as vantagens que cada Extensão do ArcGIS lhe oferece, ao mesmo tempo que adquire competências que lhe permitem a utilização rápida e eficaz da tecnologia!

No final do workshop, aprofunde ainda mais estes conhecimentos, inscrevendo-se num dos cursos certificados ESRI Portugal!

Quando :: ArcGIS 3D Analyst [2.Setembro] / ArcGIS Spatial Analyst [3.Setembro] / ArcGIS Network Analyst [4.Setembro]

Onde :: Sala Formação ESRI Portugal

Duração do workshop :: 3,5 horas - (em cada dia, existirão duas turmas: manhã e tarde)

Valor da inscrição :: 50,00€ (deduzível, após frequência do workshop, no curso correspondente à extensão frequentada)

Inscrições e mais informações :: formacao@esri-portugal.pt / 217 816 657

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As Câmaras Municipais têm como principal objectivo a gestão do território promovendo a melhor qualidade de vida e bem-estar possíveis dos seus munícipes. Pretendem não só fixar os munícipes existentes como também conquistar outros munícipes e cidadãos induzindo-lhes o interesse de viver no seu concelho. Além de uma gestão de marketing, ou seja, gestão da marca do concelho, existe também a preocupação de captação de investimento de forma a garantir um maior e melhor desenvolvimento do mesmo.

A gestão do território ou, dos vários territórios concelhios, passa, hoje em dia, não só por uma gestão normativa e de políticas territoriais, mas também uma por uma gestão mais economicista. Esta tendência deve-se sobretudo ao aumento de responsabilidades assumidas pelas autarquias e, em simultâneo, aos escassos recursos financeiros que as mesmas apresentam.

Neste sentido, o tipo de gestão que deverá fazer-se, terá de passar por uma análise pormenorizada do território e de todas as actividades que nele estão implícitas e, perceber onde se está a perder receita e onde não se está a diminuir a despesa. De facto e, é de conhecimento geral, que as autarquias, por um lado, desconhecem parte do seu património, ou pelo menos onde está esse mesmo património, por outro, nem todas as fontes possíveis de serem receita são exploradas e, as que são, muitas vezes são de uma forma incompleta, uma vez que não existe um controlo efectivo das mesmas, nem muitas das vezes uma eficaz pareceria entre o licenciamento e a fiscalização.

As despesas municipais têm também de ser controladas. As autarquias contratam um diverso número de serviços a empresas privadas, nomeadamente ao nível das obras municipais, reabilitação urbana, etc., assim como estabelecem algumas concessões, como por exemplo, parte da iluminação pública, onde são gastos centenas de milhares de euros anuais. Devido a um deficiente diagnóstico prévio de necessidades, ao nível de conjunto, essas contratações não são tão rentabilizadas quanto seria desejável, diminuindo até muitas vezes o poder negocial das autarquias com o mercado privado, ou então devido ao desconhecimento do território, mais concretamente dos materiais e equipamentos que nele estão implícitos, as autarquias limitam-se a pagar a factura sem qualquer poder de contestação.

É neste contexto e, sabendo que não é possível gerir aquilo que não se conhece, que os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) dão um salto significativo no âmbito municipal, deixando para trás a visão simples de ferramentas produtoras de mapas temáticos, passando a ser considerados como sistemas de gestão e apoio à decisão.

No fundo, o território pode mesmo ser encarado como um conjunto de processos geográficos interligados que, após traduzidos e compreendidos, poderão ser utilizados para, de certa forma, predizer o futuro. É este conhecimento Geográfico e na sua forma digital, que organizado com dados geográficos e modelos de dados, utilizando modelos matemáticos que descrevem os processos geográficos, recorrendo a mapas digitais e a “workflows” geoespaciais, aplicando estruturas definidas de metadados, que permite que os SIG sejam hoje reconhecidos no mundo das tecnologias de informação (TI) como verdadeiros sistemas de apoio à decisão, onde a sua utilização permite poupar recursos, e fazer com que as organizações sejam mais eficientes dando suporte a melhores tomadas de decisão.

Por outro lado, o cidadão comum está cada vez mais exigente e pretende da Administração Pública em geral e, da local em particular, maior rapidez e capacidade de resposta, maior conhecimento, Gentileza para consigo próprio e maior adaptabilidade.

Neste sentido de adaptação, a Administração Pública (AP) está a desenvolver esforços, cada vez mais centrados no cidadão e não em si mesma, contrariando o que acontecia no passado. Mas para que isto seja possível tem também de existir uma mudança, ou uma evolução, ao nível da mentalidade dos vários actores da AP e, de quem com ela se relaciona, bem como uma evolução e/ou adaptabilidade tecnológica dos mesmos.

Neste contexto, muito tem contribuído o avanço tecnológico, como por exemplo, a Web 2.0, potenciando a inteligência colectiva através da disponibilização da informação, aumentando a transparência, agilizando processos, etc., pretendendo-se que o processo seja biunívoco, isto é, não ser apenas a administração pública a fornecer e a disponibilizar informação, mas também o próprio cidadão a contribuir para esse processo. E neste caso, a modernização passará não só pela AP mas também pelo próprio munícipe. Como exemplo temos o caso da informação em papel que não é reutilizável. Terá sempre de ser passada para formato digital. Se a mesma for entregue já em formato digital será directamente aproveitada e os serviços são mais baratos, mais rápidos e eficientes.

Neste sentido, os SIG possuem também um papel preponderante. Pois também os SIG acompanharam o avanço tecnológico sofrendo uma alavancagem significativa dos SIG “Desktop” para os SIG de servidor. Isto permitiu que a facilidade na centralização, integração, organização, carregamento e partilha de informação, já existentes, passassem agora para um ambiente web, contribuindo e adaptando-se às novas formas de trabalho, comunicação e colaboração entre pessoas e entidades. Por outro lado, o avanço tecnológico ao nível das TI com a interoperabilidade entre vários sistemas permitiu também que determinados tipos de informação, tradicionalmente existentes ou residentes em sistemas empresariais (ERP; CRM; etc.) fossem georreferenciados possibilitando mais fáceis e rápidos acessos a essa mesma informação, como também à sua manutenção. Os SIG são também por excelência interfaces muito mais apelativas e intuitivas, do que os sistemas tradicionais, facilitando a adaptação a novas ferramentas de trabalho.

Os SIG transformaram-se assim também em verdadeiras ferramentas de comunicação. Não só porque é possível ter centralizada toda a informação referente a uma determinada unidade do território, unidade essa, tão pequena quanto nós assim o queiramos, mas também pela facilidade de gestão e publicação dessa mesma informação. Vejamos a importância da presença da informação geográfica nos balcões únicos de atendimento ao munícipe, não só na disponibilização dos Planos on-line, emissão de plantas de localização, informação sobre licenciamentos e processos urbanísticos, como também ser possível através de uma pesquisa geográfica saber tudo o que se passa e qual a informação existente para um determinado espaço, ou ponto, no território. Por outro lado, passamos também a ter portais geográficos municipais, onde o munícipe pode interagir com a sua Câmara Municipal, através de sua casa e registar ocorrências, reclamações, sugestões sobre a via pública, participando de uma forma activa na gestão e manutenção do seu concelho.

A modernização administrativa terá de englobar os novos conceitos e sistemas de gestão territorial, recorrendo às novas tecnologias de informação (TI) e tecnologias de informação geográfica (TIG). A Inteligência Geográfica é um instrumento estruturante para a gestão moderna e eficiente das Autarquias, que descreve e analisa o território, sustentando as decisões para o bem-estar dos cidadãos e o desenvolvimento local, regional e nacional. Só desta forma teremos reptos decisivos para elevar os padrões de competitividade, crescimento económico e, consequente, qualidade dos municípios portugueses.

A ESRI Portugal - Sistemas e Informação Geográfica, S.A., sendo distribuidora exclusiva em Portugal da empresa norte-americana ESRI - Environmental Systems Research Institute, líder mundial neste segmento do mercado, foi pioneira na oferta de SIG’s em Portugal e pretende ser parceiro e agente activo em todo este processo, contribuindo e criando valor público através do fornecimento de soluções de Inteligência Geográfica. Soluções essas não apenas e só baseadas em tecnologia ESRI, mas também em tecnologia ESRI Portugal, direccionada especificamente para o mercado autárquico, bem como desenvolvendo ligações complementares a outras tecnologias e processos através da colaboração estreita com uma vasta rede de empresas e de parceiros reconhecidos na área das TI, fornecendo assim, em conjunto, soluções completas e integradas direccionadas ao negócio autárquico.

Espera-se desta forma que, em conjunto e a trabalhar para um objectivo comum, consigamos facilitar e agilizar o quotidiano dos cidadãos e, dos seus municípios, contribuindo para um aumento da transparência de processos e de comunicação, recuperando a confiança na administração pública local criando mais e melhor cidadania em Portugal.

Alexandre Lisboa

Consultor

Unidade de Negócios Administração Local

alexandre.lisboa@esri-portugal.pt

Não perca o ciclo de eventos: Autarquias de Excelência.

Inscreva-se em www.esri-portugal.pt/autarquias-excelencia

 

 

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O ArcGIS Online é uma fonte extraordinária de serviços de mapas e globos prontos a serem utilizados. Estes serviços podem ser directamente utilizados pelo ArcGIS Server.
A ESRI disponibiliza serviços de imagens de alta resolução para Portugal, fornecidas pelo Instituto Geográfico Português (IGP). Estes Ortofotos foram inseridos num tema designado World User Imagery e aparecem quando é efectuado um zoom com uma escala superior a 1:50,000.
O procedimento para adicionar o tema World User Imagery ao ArcGIS Server é o seguinte:
No web browser faça uma ligação para ArcGIS SERVER MANAGER.

De seguida escolha Application > Web Application, Create Web Application.

Preencha os campos (Name, Description) e clique em Next.

Clique em Add Layer, e escolha ArcGIS Online.

De seguida escolha o serviço de ortos para Portugal, que é CSP_Imagery_World. Faça duplo clique em CSP_Imagery_World_2D.

Clique em Next nas duas janelas seguintes.

Antes de clicar em Finish, adicione um nome para a aplicação em Title text.

 
Clique em Finish.
Após este momento, os Ortofotos já se encontram na aplicação criada anteriormente e irão surgir a partir da escala 1:50,000.

O ArcGIS Online é uma fonte extraordinária de serviços de mapas e globos prontos a serem utilizados. Estes serviços podem ser directamente utilizados pelo ArcGIS Explorer.
A ESRI disponibiliza serviços de imagens de alta resolução para Portugal, fornecidas pelo Instituto Geográfico Português (IGP). Estes Ortofotos foram inseridos num tema designado World User Imagery e aparecem quando é efectuado um zoom com uma escala superior a 1:50,000.
O procedimento para adicionar o tema World User Imagery é o seguinte:
No ArcGIS Explorer escolha File > Open e depois clique em Servers. Crie uma nova ligação escolhendo ArcGIS Server.

Digite o URL para o ArcGIS Online. Note que, na caixa de diálogo abaixo, o caminho do URL não está completamente visível. O caminho completo do URL deverá ser: http://services.arcgisonline.com/arcgis/services. Não necessita de user name ou password.

Depois de ter estabelecido a ligação, deverá visualizar algo semelhante à figura seguinte - a lista de todos os serviços de dados disponíveis no ArcGIS Online:


Para um acesso mais simples existem diferenças nos ícones que distinguem e organizam os diversos conteúdos.


O serviço de Ortofotos para Portugal é designado CSP_Imagery_World. Faça duplo clique em CSP_Imagery_World para adicionar o serviço ao ArcGIS Explorer.


Após este momento, os Ortofotos já se encontram na Tabela de Conteúdos e irão surgir a partir da escala 1:50,000.

O ArcGIS Online é uma fonte extraordinária de serviços de mapas e globos prontos a serem utilizados. Estes serviços podem ser directamente utilizados pelo ArcGIS Desktop - ArcMap.
A ESRI disponibiliza serviços de imagens de alta resolução para Portugal, fornecidas pelo Instituto Geográfico Português (IGP). Estes Ortofotos foram inseridos num tema designado World User Imagery e aparecem quando é efectuado um zoom com uma escala superior a 1:50,000.
O procedimento para adicionar o tema World User Imagery ao ArcMap versão 9.3 é o seguinte:
No ArcMap escolha Add Data > GIS Servers, depois clique em Add ArcGIS Server. Crie uma nova ligação escolhendo Use ArcGIS Server.


Digite o URL para o ArcGIS Online: http://services.arcgisonline.com/arcgis/services. Não necessita de user name ou password.

Depois de ter estabelecido a ligação, deverá visualizar algo semelhante à figura seguinte - a lista de todos os serviços de dados disponíveis no ArcGIS Online:


Para um acesso mais simples existem diferenças nos ícones que distinguem e organizam os diversos conteúdos.


O serviço de Ortofotos para Portugal é designado CSP_Imagery_World. Faça duplo clique em CSP_Imagery_World para adicionar o serviço ao ArcMap.


Após este momento, os Ortofotos já se encontram na Tabela de Conteúdos e irão surgir a partir da escala 1:50,000.

A revista ArcUser, da ESRI, recheada de novidades tecnológicas e casos práticos de aplicação da tecnologia SIG, vem agora num novo formato para a Internet, o “flipbook”.

Conheça aqui esta nova edição.

Site Oferece Vídeos Demonstrativos, Templates e Boas Práticas

Profissionais do sector das águas, águas residuais e águas pluviais têm agora disponível um repositório online de informação útil e de guias práticos criados especificamente para Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para utilities do sector das águas, com o lançamento, da ESRI, do Resource Center For Water Utilities Management.
Este centro de recursos oferece vídeos que explicam alguns processos passo-a-passo e templates para edição de dados relativos a activos, partilha de informação com a força de trabalho em campo e para a criação de um dashboard para gestores. Os visitantes do centro de recursos podem aceder directamente a comentários de outras utilities do sector das águas, assim como, a casos de estudo e boas práticas da indústria. A tecnologia SIG da ESRI suporta, há já vários anos, a indústria das águas, águas residuais e águas pluviais, através de software ArcGIS para desktop, móvel e servidor. O SIG fornece às utilities do sector das águas uma plataforma para mapeamento e bases de dados para gestão e construção de infra-estruturas, operações e manutenção de utilities, planeamento, engenharia e administração.
Segundo Lori Armstrong, responsável pelo mercado das águas e águas residuais da ESRI, “O Resource Center oferece à comunidade ArcGIS das utilities do sector das águas um espaço único para procurar informação. Muitas utilities do sector das águas dependem já do ArcGIS para gerir dados, realizar operações diárias, fazer planeamento a longo prazo e melhorar o serviço ao cliente. Criámos este site tendo em vista a indústria das utilities do sector das águas. Queremos simplificar a utilização do ArcGIS ao realçar boas práticas e ao fornecer templates especificamente para as águas, águas residuais e águas pluviais”.
Visite o Resource Center for Water Utilities Management em www.esri.com/waterutilities.

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Campanha válida para os seguintes cursos e datas:
ArcGIS Desktop I : Iniciação aos SIG - 4 e 5 de Maio
ArcGIS Desktop II: Ferramentas e Funcionalidades - 6 a 8 de Maio
ArcGIS Desktop III: Trabalho e Análise em SIG - 11 e 12 de Maio

Para mais informações:

Departamento de Formação
Tlf:217816640
Mail: formacao@esri-portugal.pt

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Esta semana a comunidade web ficou mais rica, com a publicação de mais de 21TB (!) de imagens aéreas via Microsoft Virtual Earth. Lisboa e Porto foram as cidades portuguesas contempladas.

Esta é também uma excelente notícia para os utilizadores ArcGIS (Desktop e Server), que dentro em breve, na versão 9.3.1, poderão aceder directamente, e dentro do próprio software, aos serviços de imagem (aerial, roads) do Virtual Earth.

Esta nova possibilidade, resultante da parceria entre a ESRI e a Microsoft, potencia os trabalhos SIG, na medida em que permite que os utilizadores integrem nos seus trabalhos, de forma rápida e dinâmica,  estes ricos conteúdos, mantendo a focalização naqueles que são os seus dados de negócio.

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