Archive for 'Administração Pública Central'

Esta versão proporciona uma maior facilidade de utilização, ferramentas de análise mais poderosas, aplicações SIG Web adicionais e novas plataformas mobile. Promove também a colaboração através de sistemas online para uso, partilha e organização de conteúdo geográfico.

Mais rapidez, eficiência e produtividade - O ArcGIS 10 melhora e simplifica de forma dramática a experiência do utilizador,  a edição de elementos e integra ferramentas de produtividade para suportar os fluxos de trabalho de profissionais de Sistemas de Informação Geográfica. Esta versão torna mais fácil a criação e produção de mapas e fornece modelos de melhores práticas para ajudar utilizadores a iniciar rapidamente o seu trabalho. Estes podem efectuar pesquisas por palavras-chave ou tipos de dados para encontrar mapas e dados específicos. É também possível utilizar a função de pesquisa para, de forma rápida e fácil, encontrar símbolos para utilização nos seus mapas e ferramentas de análise.

Análise espacial poderosa - O ArcGIS tem sido sempre o software de eleição para análise espacial e, com esta nova versão, a ESRI continua a fazer evoluir a ciência geográfica através de novas ferramentas. Inclui agora scripting em Python para automatização de tarefas e análises comuns. Utilizando Python, as capacidades do ArcGIS podem ser combinadas com outras formas de programação científica com vista à criação de soluções poderosas. Entre as novas análises disponibilizadas pelo ArcGIS 10, a location-allocation, por exemplo, auxilia utilizadores a compreender melhor como a localização das suas instalações numa determinada rede afecta a capacidade de servir os seus clientes.

Esta versão torna muito mais fácil visualizar dados 3D e introduz a componente tempo, tanto na visualização como na análise. Os utilizadores podem criar, gerir e visualizar dados associados ao tempo. Podem também exibir e criar animações de conjuntos de dados de tempo, assim como publicar e inquirir serviços de mapas temporais. A capacidade de ver os dados través dos tempos cria oportunidades para análises mais profundas e abrangentes.

Melhor utilização e gestão de imagens - O ArcGIS 10 permite um melhor uso e gestão de imagens no Desktop e Server. Os utilizadores podem servir de forma eficiente, mosaicos dinâmicos de imagens a muitas aplicações e facilmente gerir colecções maciças de imagens para processamento on-the-fly. Além disso, irão também usufruir de uma melhor performance através da exibição acelerada de imagens e uma poupança de tempo através da utilização da nova janela de análise em processos de interpretação e processamento de imagem.  

Novas formas de partilha - O ArcGIS oferece agora uma forte integração com as capacidades de procura e partilha do ArcGIS Online,tornando fácil a criação e distribuição de projectos que possam incluir dados, layers, mapas, ferramentas, scenes, globes, diagramas e add-ins. Além disso, é fácil descobrir e organizar dados dentro das organizações através do novo serviço de procura do ArcGIS Server. O ArcGIS 10 também permite a expansão na Web de informação geográfica voluntária e de conteúdo gerado pelos utilizadores.

SIG na Cloud - Um dos aspectos mais atractivos do ArcGIS 10 é o facto dos utilizadores poderem utilizar mapas e ferramentas online, que são parte integrante da experiência de utilização do ArcGIS, estejam eles a utilizar o ArcGIS Desktop, dispositivos mobile (por exemplo, smartphones), browsers, ou aplicações desenvolvidas através de ArcGIS Web Mapping APIs.  Os utilizadores podem também encontrar, partilhar, organizar e utilizar mapas, aplicações e outros recursos, através do novo site ArcGIS.com — um portal de entrada online para o sistema ArcGIS. Além disso, os utilizadores podem também descobrir, partilhar e disponibilizar informação geográfica utilizando o ArcGIS Explorer Online, uma nova versão baseada em browser do ArcGIS Explorer.

SIG no terreno - O ArcGIS Mobile tem agora uma aplicação que se pode personalizar, pronta a instalar, que permite que os utilizadores extendam os seus projectos mobile a tablet PC’s. A ESRI está a expandir este conceito à plataforma iOS da Apple. Os utilizadores poderão aceder a aplicações de mapas directamente a partir da loja da Apple. A ESRI está também a fornecer uma API “ArcGIS for iOS “ que permite que organizações possam desenvolver as suas próprias aplicações focadas em iPhone e iPad.

Preencha o formulário, disponibilizado através do link em baixo, e comece já a usufruir de todas as novas funcionalidades que fazem do ArcGIS 10 uma revolução tecnológica.

 
Aceda ao formulário aqui.

 Perguntas Frequentes

A conferência EQS 2008 - Estatística e Qualidade na Saúde vai realizar-se nos próximos dias 20 e 21 de Novembro.

A ESRI Portugal vai patrocinar este evento e Rodrigo Silva, responsável pela Unidade de Negócios da Administração Central, será um dos oradores. A sua intervenção terá lugar no Painel III - Sistemas de Informação Geográfica em Saúde.

O título será: Geografia em Acção: Casos Práticos de SIG Aplicados à Saúde

A maioria dos problemas que hoje afectam o mundo - ambientais, económicos, políticos e sociais - interagem com a problemática da saúde. A localização é sem dúvida uma variável pivot nesta análise integrada.

Compreender os problemas de alastramento de epidemias ou as acessibilidades a Hospitais e Centros de Saúde requerem uma compreensão do contexto geográfico dos mesmos.

Os Sistemas de Informação Geográfica são poderosas ferramentas para a realização de análises geográficas em todas as áreas de trabalho da Saúde. São actualmente uma das tecnologias com maior crescimento, ajudando os profissionais nas mais complexas tarefas de análise e gestão da enorme quantidade de informação que utilizam nas suas tomadas de decisão.

Nesta apresentação será dada relevância às potencialidades destes sistemas na saúde, apresentando casos concretos de sucesso da aplicação destas tecnologias.

Para mais informações visite http://eqs.estesl.ipl.pt

Foram apresentados no dia 27.10.08 no LNEC o Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG) e o Sistema Nacional de Informação Territorial (SNIT). O primeiro – o SNIG - da responsabilidade do Instituto Geográfico Português (IGP), está assente na plataforma ESRI, GIS Portal Toolkit, e constitui a evolução na continuidade para um dos mais relevantes projectos nacionais que, com origem no antigo CNIG, se encontra desde 1995 online.

Foi para mim e para a ESRI gratificante ouvir o Sr Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, referir que o SNIG foi “primeira infra-estrutura de informação geográfica a ser disponibilizada na Internet, em 1995. Portugal teve à época um papel pioneiro, tendo sido considerado o primeiro país europeu a alcançar esse patamar.” bem como que “…A responsabilidade de coordenação do SNIG atribui ao IGP um papel preponderante na implementação da Directiva [INSPIRE], tanto no que se refere à reformulação da infra-estrutura nacional tendo em conta as directrizes respeitantes à harmonização da informação e interoperabilidade dos serviços, como na mobilização e dinamização das entidades abrangidas pela Directiva, visando a sua imprescindível contribuição para o enriquecimento e operacionalidade do SNIG. “

Recordo também as palavras do Prof. João Ferrão, Secretario de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, quando disse que estes projectos “constituem a base da cadeia de valor da inteligência geográfica do nosso país”.

Um evento que a todos mostrou o que de melhor se faz e o tanto que há para fazer neste dominio fantástico dos sistemas e da informação geográfica.

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O conceito de biodiversidade assenta na definição de “…variedade de organismos vivos de todo o tipo de fonte, incluindo, organismos terrestres, marinhos e de outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos dos quais fazem parte; isso abrange a diversidade dentro das próprias espécies, entre as espécies e os ecossistemas.” Convenção sobre Diversidade Biológica ” (CDB) de 1992, sendo aceite uma visão de biodiversidade subdividida em três níveis: ecossistemas, espécies e genes.
É fundamental esquecer a visão de investimento ambiental que se apoiava no custo beneficio de uma acção. Hoje em dia é percebido que oferecemos melhores produtos e serviços aos nossos clientes se formos socialmente responsáveis e eticamente correctos.
 
Na exploração da Floresta, assume particular importância o reflorestamento, a conservação dos habitats e a gestão da erosão genética, nas Pescas a sua intensidade com um número excessivo de barcos e tecnologias de precisão na localização de cardumes, nas Águas gerir o consumo e a qualidade, assegurando que os nossos filhos e netos terão agua pelo menos de igual qualidade a que nos bebemos actualmente. Muitos outros exemplos poderia escolher.
 

Se assumirmos como uma prática das empresas esta defesa da biodiversidade, percebemos que deveremos desenvolver planos de acções e políticas de conservação da biodiversidade, estando estas integradas nas suas actividades do dia a dia.

 

Como defensor absoluto da variedade e do caracter único de cada pessoa ou animal, entendo que assegurar a biodiversidade é garantir o futuro e deixar à conclusão dos vindouros, o quanto responsáveis, sérios e humanos fomos para com eles e com o mundo.

E essa é a herança e não uma herança !

 

Rodrigo Silva - rodrigo.silva@esri-portugal.pt

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